Wednesday, June 11, 2008

De volta ao passado 2ª edição - Chevrolet Opala

Em 1966 a GM lança o projeto do primeiro carro brasileiro com a marca Chevrolet, "OPALA". O nome é dado pela fusão de dois produtos da GM no exterior (Opel e Impala).

Após dois anos de expectativa, o Chevrolet Opala é finalmente apresentado ao público brasileiro, no Salão do Automóvel em 1968, precisamente aos vinte dias do mês de novembro. Ele chega em quatro versões, todos quatro portas - Opala com 4 e 6 cilindros e Opala De Luxo também 4 e 6 cilindros, todos excepcionalmente confortáveis para seis pessoas, bancos dianteiros inteiriços, câmbio de três velocidades à frente com alavanca na coluna de direção, painel com poucos instrumentos, amplo porta malas e boa dirigibilidade.

No ano de 1971 surge o Opala cupê, não possuía colunas laterais, o teto puxado para trás e perfil alongado, assim representava uma imagem mais esportiva, de carros compactos. Em seguida desapareceu a versão SS quatro portas, pois pelo aspecto esportivo era favorável sua apresentação em duas portas.

Como opção permanente era oferecido dois tipos de caixa de mudanças: Três velocidades e alavanca na direção, ou quatro velocidades e alavanca no assoalho, onde a segunda opção oferecia maior agilidade, economia de combustível e melhor desempenho, especialmente para os modelos quatro cilindros.

Foi em 1973 que toda linha Opala sofre as primeiras modificações. A que obteve maior resultado foi a da mecânica do 4 cilindros: aumentou-se o diâmetro dos cilindros e reduziu o curso dos pistões. Esse motor recebeu o nome de 151 e apesar da pequena alteração da cilindrada (2474cc), houve um considerável aumento de potência. Também foi introduzido o sistema de transmissão automática, sendo opcional para 6 cilindros, e em 1974 se estendia para os veículos 4 cilindros.

Somente em 1975, o Chevrolet Opala sofre a maior modificação no seu estilo, foram redesenhadas as partes traseiras e dianteiras. O capô recebeu um ressalto central e, para maior segurança, redondos encaixavam-se em molduras quadradas; as lanternas dianteiras foram instaladas na ponta dos pára-lamas; a grade dianteira, pintada em preto fosco, agora apresentava dois frisos horizontais. Instalados na parte traseira, quatro lanternas redondas, as duas internas funcionavam apenas como refletores e seu centro branco como luz de ré. A parte interior também sofreu modificações estilísticas.

A Família continuava a crescer: a perua Caravan chegava ao mercado em 1975. Um projeto iniciado em 1971, apresentado em uma única versão 4 cilindros, a perua Caravan, podia receber opcionais como motor 6 cilindros, transmissão automática, câmbio três ou quatro marchas, direção hidráulica ou outros, à escolha do comprador. Lançou-se simultaneamente, nas versões cupê e quatro portas, o Chevrolet Comodoro que substituiria o Gran Luxo. Intitulado como o carro de maior status da linha, normalmente vinha equipado com motor 6 cilindros de 4.100cc, 184 cv de potência e 4000rpm, carburador de duplo corpo, transmissão manual de quatro marchas (ou automática) e direção hidráulica.

A GMB lançou um carro especial: O cupê 250S, um carro com maior desempenho que satisfez os compradores de modelos esportivos. Sua maior diferença era a preparação efetuada no motor de 6 cilindros, que tinha a relação de compressão aumentada para 8,0:1, comando de válvulas trabalhado e carburação dupla. A potência passou a ser de 153 cv, superior a antiga, desse modo o Opala 250S obtinha a aceleração de 0 a 100Km/h em apenas 10s.

Surgi o Opala em versão básica em duas ou quatro portas de motor 4 cilindros, substituindo os modelos Especial e De Luxo que saia do mercado. O modelo básico estava preparado para aceitar transformações com diferentes opcionais: motor de seis cilindros ou 250S; câmbio de três ou quatro marchas, manual ou automático; e direção hidráulica entre outras modificações. Assim a partir de um modelo básico era possível obter qualquer modelo da linha, desde o antigo Especial até o modelo Comodoro.

Em 1975 os veículos foram equipados ainda com freio a disco nas rodas dianteiras, duplo circuito hidráulico, câmbio de três velocidades na coluna da direção e barra estabilizadora traseira. A mecânica era encontrada em quatro versões: Motor 151básico (4 cilindros, 2474 cc e 90cv); Motor 151 S (4 cilindros, 2474 cc e 98 cv); 250 (6 cilindros, 4098 cc e 148 cv) e 250 S (6 cilindros, 4098 cc e 153 cv).

Manteve-se a produção da linha esportiva mais simples - SS 4 cilindros com motor 151S e SS 6 cilindros com mecânica opcional do 250S, lançado em 1976 para se eternizar na mente dos apaixonados.

Em 1978, apesar de poucas mudanças na linha, a Caravan também ganhou sua versão SS.
Em 1980 é lançado o Diplomata, top de linha, que contava entre outros com direção servo-assistida e condicionador de ar, como item de série. O Diplomata conquista preferência executiva para aqueles que procuravam total conforto sobre rodas.
No ano de 1981, a linha sofre modificações interiores - volante inovado e painel mais atual. Em seguida lança-se a série Silver Star. No ano de 1983 o câmbio de 5 marchas entra no mercado.

As modificações ganham maior impacto deixando o Diplomata com aspecto mais agressivo - 1985. A estética externa do Diplomata ganha largas molduras laterais e faróis auxiliares de longo alcance. Internamente, instrumentos com novo designer e a evolução elétrica para controles dos vidros e retrovisores.

A nova frente, com faróis trapezoidais e lanternas traseiras por toda a largura do veículo é introduzido nos modelos fabricados em 1988, por dentro o volante de três raios escamoteável em sete posições e opcionais inéditos com alarme sonoro para lanternas e faróis quando ligados, controle temporizado dos faróis e luz interna, vidros elétricos com temporizador e ar condicionado com extensão para o banco traseiro (Para o Diplomata SE estes itens eram de série).

O potente motor 250S a gasolina, somente era oferecido sob encomenda e foi substituído por um modelo alemão, câmbio automático de quatro marchas e bloqueio do conversor de torque. A fabricação do fenômeno da industria automobilística é encerrada. O último Opala é fabricado, no dia 16 de abril de 1992, saindo de linha a mais poderosa produção de conforto, durabilidade e potência, motivo evidente que deixa até hoje milhares de admiradores, que mesmo após 13 anos o consideram "O Imbatível".

Texto: Sérgio Luiz - Presidente do Opala Clube de São José dos Campos

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Tuesday, June 10, 2008

Carro de pano?

Para fazer um carro mais leve a BMW resolvel apelar e criou o carro conceito chamado de GINA Light Visionary Model e utiliza na carroceria uma espécie de Z4M de pano, segue o que a marca chama de "design orgânico".
Ele pode até mudar de forma o carro do futuro usa cabos de alta resistência e barras de fibra de carbono.
Os faróis, dianteiros e traseiros funcionam como pálpebras ficando escondidos sob o tecido quando estão apagados e abrem-se quando acionados, imitando os movimentos do olho humano.

Veja o vídeo do GINA:


Fonte

Friday, June 6, 2008

Bugatti Veyron

O Bugatti EB 16-4 Veyron, produzido pela Bugatti, é sem dúvida um dos carros mais extraordinários de nosso tempo. Conta com um motor central, W16, 64 válvulas, quadriturbo e com 7993 cm3 de cilindrada o Veyron tem uma potência de 1001 cv a 6000 rpm e torque: 127,1 mkgf a 2000 rpm o câmbio Seqüencial de sete velocidades, tração integral, sua carroceria Dimensões: comprimento, 438 cm; largura, 199 cm; altura, 121 cm; entreeixos, 265 cm com 1950 kg para parar esta maquina ele usa freios discos perfurados e ventilados, nas 4 rodas, Brembo, com ABS e ESP e de acordo com a montadora, pode fazer 0-100km/h em apenas 2,9 segundos.
Seu Preço é a bagatela de 1 milhão de euros (aproximadamente 2,7 milhões de reais)

Veja o vídeo Veyron chegando aos 407 k/h:

Mercedes Classe C 63 AMG no Brasil

O Classe C AMG, lançado na Europa em setembro de 2007, chega neste mês no Brasil a nova C 63 AMG.

O Classe C é o modelo top da marca. Tem um motor AMG V8 de 6.3 litros e desenvolve uma potência de 457 cv com torque máximo de 61,2 kgfm. O esportivo vai de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos chegando no máximo a 250 km/h pois tem sua velocidade controlada eletronicamente.

A caixa de câmbio AMG Speedshift Plus 7G-Tronic. Equipada com borboletas de mudança no volante e tem três programas de condução, o câmbio automático de sete velocidades cumpre a missão de preservar o espírito esportivo.

A geometria recentemente desenvolvida para a suspensão dianteira, a direção esportiva sensível à velocidade, o novo ESP® de 3 estágios, rodas de liga leve AMG de 18”, além de um sistema de freios de alto desempenho AMG com discos internamente ventilados e perfurados em todas as rodas, o comportamento dinâmico da C 63 AMG assegura uma desaceleração suave.

O modelo de oito cilindros AMG, diferencia-se da Classe C de série por alguns motivos: além da carroçaria AMG, características específicas de marca incluem o capô com os domos de potência, a grade de radiador, as asas dianteiras alargadas, a minissaia traseira com difusor preto, o sistema de escapamento esportivo com duas pontas cromadas e o spoiler.

O interior tem assentos esportivos, com o logo AMG, com protetores de cabeça integrados, o volante de três raios com diâmetro de 365 mm e seção inferior achatada, bem como o painel de instrumentos de estilo tubular.

Fonte
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